Kakuzi

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Kakuzi é o único Deus dos índios.

Portanto, falar em divindade é referir-se ao “grande tudo” (Kakuzi).

Os índios infantes adoram o Deus da folhas.

Os jovens o panteão da caça.

Os mais velhos são os guardiões do saber, digo, guardam os saberes do grande tudo.

Nesse emaranhado de Deuses, espanta ao leitor, a violação dos preceitos de Kakuzi. Na verdade não há violação. Pois, Kakuzi é o condutor das subjetividades. Logo, se se falar em adorar a selva, se estará adorando a Kakuzi, pois Kakuzi interpreta o louvor dos seus sempre direcionados para si, ele perdoa àqueles que violam a sua lei adorando outro Deus, na medida em que desvia o louvor dos índios para si. (isso tudo, claro inconscientemente)

Resumo: kakuzi é uma mônada universal, mais do que isso, ele tem o poder de direcionar a crença e a descrença para si. Sendo a descrença a crença em outro algo.

Scriptum’s

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Hoje, meu escrever é insone.

Hoje, ele é mortalmente relevante.

Ele não traz ingredientes, traz a unidade.

Se um dia ele foi fragmento, hoje já não mais o é.

Ele quer entregar a quem o lê todo o teu elã vital.

Queres de mim uma explicação?

Eu não a tenho. Meu texto nessas horas é apenas uma psicografia.

E eu, caro leitor, sou o mecanismo que faz a transposição pura do meu escrito,

para esse rústico papel.

O que meu escrito tem a lhe dizer? Veja!

“Bom dia (tarde,noite), aos seres que interpretam a mim. Pelas mãos

deste inocente escritor, que tomei de pronto para entregar ao mundo as

minhas verdades.

ser que me interpreta, não faz idéia do quão útil sou a

teus caprichos, as tuas virtudes.

vejo-o as vezes passar por mim – com os teus olhos – e ver-me apenas imageticamente.

Que levas, tu de mim, apenas pondo os olhos sobre mim. Deves me degustar,

como fazia como fazia Baco em suas orgias. Baco em suas orgias captava

apenas os devir alcoólico ao passo que tu tens em mim, a chave para ti.

Se não me faço compreender, explico-me melhor.

Ser interpretante, já reparaste que quando afugentas teus olhos

em mim, dou a eles um brilho especial.

Assim o é, caríssimo. Esse brilho é uma pequena parte do que vai

formar o mecanismo de desvelamento do mundo.

Ou seja, se queres a compreensão do todo terás indubitavelmente que dar-me,

teu entendimento. Para que eu o molde com a perfeição dos traços do mundo

como um todo, melhor dizendo, como ele o é em sua plenitude.”

Com os cumprimentos deste “inominado” escrito.

 

________________________

- Uma incógnita?

- A humanidade (o homem).

- Um mito?

- A liberdade.

- Uma justiça viável?

- A dos Epicuristas.

- Um medo?

- O de se prender ao passado, futuro e principalmente à morte.

- Uma saída viável para ela? À morte?

- Se imaginar, após a morte, como um fragmento do cosmo (Visão estoicista). Risos.

Ainda não tenho uma opinião formada a respeito do assunto.

- Uma guerra?

- Não a guerra, mas a beleza dela. A guerra de Tróia.

- Uma beleza da guerra?

- Compare àquela (guerra de Tróia) com esta – a segunda guerra mundial, – há alguma

beleza nesta, excetuando a arquitetura em ruínas!?

- As ruínas ou o caos?

- O caos.

- O Caos?

- É nele que temos – se é que há, – um ordenamento do cosmo.

- Quem ordena o todo?

Entre os ébrios

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Pobre é o prazer do ser humano!

Do ser humano que intenta ir alem

Do céu. (homem lendo um cartaz)

Ébrio 1 – Ir alem do céu? Que prazer podes tu encontrar La?

Ébrio 2 – [recorte na conversa]… Regalias epifanicas ou não seriam minhas

E 1 – Pudera eu aqui na terra, dar-te o que pedes ao céu.

E 2 – Somente no céu, vejo a concretude.

E 1 – E pensar que teorias afirmam ele desmoronando sobre nossas cabeças.

E 2 – Em momento oportuno, ele virá ate mim.

E 1 – Suas escolhas não o trarão a você.

E 2 – Minhas escolhas são fruto da imundície preconizada por Rousseau.

E 1 – Não culpe tamanho erudito por suas rabugens metafísicas.

E 2 – Só há uma verdade.

E 1 – A mim não cabe tal juízo. Ainda não criei suficientemente bem o meu mundo para dar ordens de um retorno vindouro.

E 2 – (Puffff). Não o vejo tão bêbado assim desde longa data.

Procede o dialogo.

Das contradições

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Abalos psicológicos,
desastres cosmológicos,
enquanto a razão não me
é, um elo devido.

A mais bela filosofia,
contrastando a sociologia ,
sem contudo erradicar
os males necessários.

Olhe para a biologia
ao lado da zoologia,
lutando para explicar, o porque
da flor que nasce ao relento.

Olha só o empirismo
rompendo com o onirismo,
levando as raias da loucura
a mediocre auto-ajuda.

Mire de pronto a razão
se debatendo com a emoção.
Não vejo o mundo moderno
fazendo uma sintese de ambos.

Observar por um instante a truculência,
ela vai de encontro a benevolência,
será as duas um dia
parte do mesmo enfoque.

Escrevendo pro vento – P II

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Vento salafrario, tira-me do
nada, joga-me no acaso. Provoca
a minha razão.
Que culpa tenho eu de não
me comprometer com as
estatisticas catastróficas?
Sou fruto do tempo. Esse ser
inanimado, trabalha como rolo
compressor. Tira a necessidade
do pensar ou me coloca em
posição estratégica do pensar?
Diga pro vento que eu nada tenho
a ver com essa calamidade atual, não,
não.
Diga que sou fruto de tal esterco.
Fui plantado como um numero, mas
jamais serei apenas uma frugal
estatistica.
Figuro-me entre os numeros, sem
contudo ser somente um dado universal.

Hades o exorta

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Eis que Hades, o Deus dos mortos, se aproxima seguido por teus súditos e ao sinal daquele (Hades)estes (súditos), estes começam a montar ao redor de um certo homem um circulo, tudo totalmente fora de controle, gritos, uivos, frêmitos lascivos e toda especie de agruras que faz o ser humano esboçar em seu próprio o rosto toda fraqueza que é patente dos humanos, isto apraz Hades, ele se encanta com a nudeza humana, com o sarcasmo improprio que somente a ele que nos acometer. Prefiro expor alguem e não a mim a tamanho infortúnio, afinal isto cabe somente a quem crer, e nesse que na qual presenciei vi que a pessoa importunada por Hades tinha em si uma fervorosidade que é dada apenas aos cristãos – logo tenho a frente tenho de que vou me equivocar -, parecia-me ao ver teus olhos que tinha ele consigo que tal acontecimento que se perfazia frente aos seus olhos só poderia ser coisa do Deus regente dos infernos – grosso modo para elucidar-lhe, o sempre citado nas finais de campeonato quando o seu time comete a gafe de dar ao oponente nos últimos quinze minutos de jogo a vitória, diabo você exclama, ou quando por uma bestialidade você resolve ser sincero com teu(a) parceiro(a) e lhe dizer o que realmente há em teu sogro(a) que realmente lhe incomoda, você dirá; droga, seguido de; Diabo!

Aqui os valores foram invertidos pelo homem que recebeu Hades -cristianismo não tem nada a ver com a era pagã-, falta de leitura creio eu, é nisso que da se ater somente com Deus, o da bíblia, e incutir na mente apenas a figura do demônio, este (o demônio) deve ter nos infernos convulsões e orgasmos, porque primeiro temos a deturpação de tua imagem que jamais foi provado, aqui entra as convulsões pelo nervosismo, e segundo, quando tem a noticia por intermédio de seus enviados a terra que na próxima semana estará no mercado, de reputação obscura, o lançamento de uma infinidade de camisetas de bandas de Death Metal com sua imagem estampada, a sua “imagem deturpada”, aqui excluímos as convulsões e incluímos o orgasmo ao se deleitar com a febre capitalista que se instaurou entre os homens.

Passemos sem rodeios a dita história, quando o homem que estava a ser infligido por Hades percebeu a aproximação deste começou com a ladainha:

- Livrai-me do mal ó pai.

O Deus dos mortos ao se deparar com tal situação, caiu em um riso galhofeiro e os súditos também o seguiu, parecia que os infernos havia se estabelecido bem ali, na frente daquele homem, o riso inconcebível pelas forças humanas, lotado pela volatilidade ia em segundos da zombaria ao desespero, aquele humilde homem que hesitava em acreditar que tal fato viesse a ocorrer algum dia começou por atravessar o limiar da sanidade e já se dirigia em direção a uma loucura patológica que estava se instalando em sua mente. Segundos depois, de olhos fechados, vem-lhe o silencio e concomitantemente uma voz que aos poucos o tira do refugio do silencio, do nada.

- Que queres? Brandiu Hades, pensas que com isso abandonarei a ti? Abra os olhos e veja a podridão que há em tua volta, sinta toda sujeira que criaste em teu mundo, meu lar esta a léguas na escala do luxo perante esta podridão fétida. Não, não, não e não mil vezes, e eu ainda reluto em vir ate aqui e assistir a toda esta pocilga, oh, infâmia sem pudor. Cade ao menos uma tênue ética entre esses seres inferiores, pensei que fosse incumbência minha tamanha sujeira, mas não, não conviria em ludibriar meu corpo com tamanha lascívia.

- Afasta-se de mim, volte de onde vieste com tua corja.

- Muito me apraz ouvir tal bestialidade, pois pessoas horripilantes como vós tem a mim como amigo intimo, porem a tua ignorância o ataca vorazmente e ainda é cega. Contudo ser inferior no intuito de ainda resgatar de ti o pouco que lhe resta, peço lhe que me convença através de argumentos contundentes porque não devo lhe consumir e fazer com que te tornes apenas pó…[...].

Note o leitor aqui que a conversa que eu estava a ouvir começa a se dispersar no vento…, não sei o que houve, talvez Hades tenha sentido ao ouvir os argumentos daquele “humilde” homem uma vontade incontrolável de rir ate estremecer os céus, não sei, o fato é que minutos depois o homem estava a sorrir, certamente acreditou-se livre, de tal importuno –sabe-se la, a religião traz consigo essa segurança-, doce engano, pois quando é chegado a hora ninguém foge do reino de Hades, claro exceções já houveram, porem pouquíssimas, e estas foram feitas em nome do amor.

- Eu repudio toda a tua raça ser inferior e ainda ousa a grasnar contra mim com este riso zombeteiro, saiba que teu fútil argumento a mim jamais convenceria, darei a vós uma lição que servira de molde a toda a humanidade.

Com isso Hades personificou-se novamente frente ao homem e tocando a fronte do mesmo o converteu em pó.

- Tua fútil vida para mim só terá alguma utilidade junto ao meu infame lar, la certamente eu o convenceria a juntar-se a mim, para que juntos pudéssemos aterrorizar a este que ousou presenciar tal ato que perpetrei, NÃO FUGIRAS DO MEU ÓDIO INFELIZ ESCRITOR, pensas que não tenho visto a ti desde que aqui cheguei, estendo a você a mesma condição que imputei àquele que agora certamente jaz em meu reino.

Eu que você vos escrevo leitor, confesso que em principio dei mostras de estar intimidado, mas não ousei recuar.

- Pois frente a vós não me abstenho Hades e de-me cá alguns minutos, tenho a plena certeza que depois de me ouvir, sentiras em mim absurdo atino pela vida.

- Começa tarde, ínfimo ser, com titubeações só tomas o meu tempo, vá em frente sejas breve e convença-me se for capaz.

Não sei quanto levei ali com a minha a minha explicação, não importa, o leitor há de convir que esta seria uma mera futilidade, sim uma mera futilidade se comparada frente ao fato que narrei, aqui lhes exponho tal feito.

- Não deves me consumir caro Hades e me levar consigo a teu antro pois cá tenho comigo todas as esperanças possíveis do amanha. Carrego em mim a mais nobre das tarefas, a semente do saber e isto em si encerra grande parte do meu apelo a vida, mas sei que apenas isto não lhe convence, portanto devo prosseguir. Tenho em mim grande adoração pelo teu reino e me preparo aqui para quando for chegada a minha hora, mas o fato de render honrarias a morte não quer dizer que eu vá simplesmente ceder a vos de bom grado, NÃO, antes de partir quero cumprir o que me foi dado, o que venha a ser exatamente a minha tarefa creio que ainda não tenho bem definido, talvez não caiba a mim que eu o saiba integralmente, e isto importa? Basta simplesmente que eu o faça quando for chegado a hora. Mesmo na incerteza de meu objetivo devo-lhe confessar que esta é uma tarefa demasiado árdua, pois tenho comigo que abraçar o mundo traz consigo consequências por demais dolorosas, mas tu muito bem deves saber que os raros –e aqui me incluo- dificilmente se abstém de tal tarefa, aceitamos trilhar este caminho porque temos em nos isto como único, chamam-nos de loucos, mas refuto tal ideia, prefiro que me chamem de provocador, ou seja, filosofo minha tarefa é tirar de quem de bom grado me ouve de uma pseudo sã consciência, levo aos “seres inferiores” uma pequena centelha, que se for bem utilizada traz luz a razão. Não incentivo multidões, meu projeto é demasiado modesto, e que com isso não intendas que estou a me abster de alguma forma de mudar o mundo, não, com isso estou apostando na nova ferramenta que ajustará o seculo XXI e posteriores talvez, qual seja, A INTERDISCIPLINARIDADE, a pequena incumbência que lhe dou e que tu deves levas ao mundo.

- Durma tranquilo, Hades resolve se pronunciar, ser inferior, de ti me abstenho. O teu amor por teu pérfido mundo é demasiado ofuscante para mim e para meu reino e ai de mim se cometesse a afronta de leva-lo comigo, tenho a plena certeza de que todos os Deuses se voltaria contra mim, pois vejo que esta em vós o apelo pela a humanidade.

Hades se retira e o que tenho como vida volta a ser vivida.

27 de Maio de 2010

Evolução Dúbia

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Inventamos a pólvora e com isso revolucionamos o mundo, agora poderíamos assolar vidas

humanas ao nosso bel prazer e assim o fizemos, aniquilamos impudicamente quiça, a nossa alma

gêmea – Eros e a Pandemia -, algo tão almejado pelos gregos e tão louvado em “O Banquete”, e

com isso talvez, hoje busquemos em vão quem virá despertar em nós os mais secretos desejos.

Isto é inútil! Pois a pólvora se encarregou da nossa infindável solidão.

E quase concomitantemente percebemos a falta que fazia não termos uma perspectiva cabal para onde seguir com nossas embarcações e comumente nos encontrávamos a mercê do bom senso e da direção dos ventos, mas o gênio humano mostra-se mais uma vez inexorável e incansável em sua eterna busca pela supressão de nossas vontades e desejos cujo resultado foi a criação da bussola, que a grosso modo nos dava quatro direções a seguir, isto no foi fortuito por muito tempo, pois agora tínhamos a tão sonhada liberdade pregada por nossa – também a grosso modo – constituição “O direito de ir e vir…” -com um simples acréscimo em virtude deste contexto “bussola”- “…sem se perder”.

Não obstante, adornamos e superestimamos a ostentação humana de tipo de desejo e deleite e acabamos por aspirar algo maior para nós mesmos e resolvemos dar ao homem uma “superestimação” em suas vontades, por conseguinte preferimos intender que o Renascimento não havia dado tal como deveria dar a verdadeira liberdade para obstinações e engendramentos da raça humana, e concedemos como partida a devida “superestimação” a Oppenheimer que inocentemente dizimou em minutos milhares de vidas em Hiroshima e Nagasaki -alhures o projeto perfeito para a purificação da raça ariana de Hitler.

Sei que trouxe aqui somente as mazelas do gênio humano – exceto a bussola, cabe convencionar aqui que para mim este fato é um divisor de aguas, mas trataremos disto mais adiante– reconheço que omiti de vós, outros tantos projetos benquisto pelo homem, percebo também que isso pode despertar em você caro leitor a repugnação, a indignação, desafetos e etc, mas digo-lhe de pronto que minha intenção não é esta. O que quero com isso é mostrar a você que do ponto de vista ético não houve propriamente dito uma “Evolução” humana, muito pelo contrario constatamos que houve e que ainda estamos perpetrando uma “Involução” moral sem precedentes.

Talvez isto não tenha o alcance desejado que eu suponho que deva alcançar e sendo francamente cético não quero expor aqui a percentagem que eu julgo que isto ira atingir – por ser demasiado reduzido em números -, mas um entre tantos defeitos que você deve vislumbrar em mim quando estiver a par de meus escritos. Pouca importa, pois como já disse o poeta da periferia “Para alcançar utopias é preciso viver a realidade” – Sérgio Vaz.

E depois de expor a você o meu ceticismo frente ao mundo quero compartilhar convosco algo que desejo do fundo do meu coração que chegue ao amago do teu senso critico – para os filósofos o amago da razão:

Criamos a pólvora e com isso dissecamos a dignidade humana

Criamos a bussola e com isso estamos aquém do deturpado bom senso e sem direção

E por fim e desastrosamente em partes,

Demos liberdade ao homem e este usufruiu e usufrui daquela tal como bem intendeu e intende.

Que tu tenhas com isso caro leitor de tudo incerteza, mas dou-lhe uma certeza que jamais podera ser refutada, tal é que não encontro em meu pequeno atino à sabedoria meios de exemplificar com palavras cunhadas em minha autoria, logo utilizo esta citação para expor-lhe tal certeza:

Viajante que aqui vier, pois sei que hás de vir aqui
estou eu, Ciro, Rei dos Medas e dos Persas, cujo
império vai do Rio Indo ao Egito e do Mar Cáspio 
ao Golfo Pérsico. Não leve a mal os poucos 
palmos de terra que conservei para min”
Ciro, fundador do império 
persa, hoje jaz enterrado 
em Passagarda.

Sugiro que este seja o ponto de partida para tua reflexão, boa viagem ao mundo desconhecido que na qual eu me encontro, a parcialmente imperscrutável mente humana, não perca o alento ao ouvires isso, afinal não há caminho sem conhecimento, logo teu esforço não será um frivolidade, mesmo se te encontrares no meio do caminho com a morte e ela abruptamente lhe abraçar convidando-o a se refugiar com ela, em sua modesta morada.

Att. Gleyson Dias

Daqui vemos o sol ao longe despontando e consequentemente,
já estamos aptos a acreditar que isto é passageiro,
afinal temos a grata satisfação de em um 
curto período de tempo sermos 
alvejados por quatro 
estações.”
Caxias do Sul – RS, dia ensolarado e parcialmente nublado.
9 de Abril de 2010 às 15:18.
A idéia desse texto veio-me a calhar estava lendo o livro “O renascimento” - Ed. Agir, 1978.

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